Bem vindo ao meu universo! Neste blog você encontrará textos de uma garota de 21 anos, Ana Teresa Araújo Viana. Alguns textos são reflexões sobre diversos assuntos, outros são apenas o resultado de alguma madrugada inspiradora. Sem mais delongas, Deixa a Alma Respirar!







terça-feira, 19 de outubro de 2010

Muitas pessoas são julgadas pelo que falam, pelo jeito que se vestem, pelas coisas que fazem. Às vezes, são julgadas apenas por emitirem suas próprias opiniões, por serem como são, por seu aspecto físico! O fato é que ninguém está livre de encarar o julgamento da sociedade, que pensa saber exatamente o que é bom ou mau, o que é certo e o que é errado... o que é melhor para todos. Só que o que a sociedade não sabe (ou tenta ignorar) é que isso faz as pessoas sofrerem. As pessoas que são julgadas, muitas vezes calam seu "eu" interior, suas vontades, seus desejos e começam a tentar pensar da mesma forma de quem a julgou. Tudo isso para evitar o sofrimento de ser julgado novamente. E é assim que acabamos perdendo nossa essência... deixamos de ser verdadeiramente nós mesmos para passar a sermos um esboço dos desejos e ideais a que estamos socialmente expostos. Deixamos de fazer o que queremos para fazer aquilo que eles querem que nós façamos! De repente, notamos que perdemos alguma coisa ao longo desse processo. Onde está aquela garota espontânea, divertida, simples e alegre que cativava as pessoas? Perdeu-se. Era considerada "feliz demais", foi julgada escandalosa e nada delicada. Acabou se tornando reservada, tristonha e amarga, até. E o que dizer sobre o rapaz que dançava com tanto entusiasmo e com tanta animação? Foi tolhido por alguém que algum dia reprovou sua atitude, e deixou de ser o rapaz dançarino para ser apenas o que alguém queria que ele fosse. Sim, muitas coisas são perdidas nesse processo. Coisas como: autenticidade, alegria em ser quem se é, espontaneidade, auto-estima. E o que perdemos são coisas essenciais à felicidade. Então, notamos que estamos diferentes, e passamos a nos perguntar em qual esquina da vida perdemos a nossa espontaneidade, a nossa "marca registrada". Porque, se nos deixarmos levar por essa onda de massificação, que nos diz como e quando devemos ser, é isso que nos tornaremos: inevitável e sem graçamente iguais. Por isso, assuma, por sua conta e risco, sua essência, seja quem você é. Desencane de tentar ser o modelo social imposto. Aquele modelo pode ser lindo e admirável, mas do que adianta? Ele não é você. Assuma-se. Você poderá não ser amado por todos... mas com certeza será mais feliz. E livre para ser quem você quiser.
Let's be!

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