
Porque escrever é uma terapia. Cura a alma de quem lê. Cura a alma de quem escreve.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Deixo você ir.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A vida é feita de pessoas, pessoas que entram na nossa vida de repente, roubam afeto da gente, se fazem acostumar... nos acostumamos a elas. Elas estão por aí, e com elas, vivemos, amamos, sorrimos, sofremos, choramos. Cometemos o erro de pensar que elas estarão sempre por aqui, que nunca nos deixarão. Mas a vida não é um contrato, e em cada novo segundo recém-inaugurado, elas acabam saindo... vão-se indo. Não se foram de repente. Elas se foram há muito tempo, só que descobrimos isso tarde demais. Não adianta se lamentar... elas não vão ficar. Não querem, não podem, ou não necessitam mais. O momento delas já passou. O momento de outras pessoas virá. A vida é mesmo um ciclo, uma constante, um recomeçar.
terça-feira, 8 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Um conto.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Desejo de Felicidade

Hoje eu acordei com o desejo de ser muito, muito feliz. Mas não é felicidade qualquer. É felicidade plena, é coisa plena e pulsante. Viva. Vai muito mais além desta dimensão, vai muito mais além desse mundo. O que eu quero adentra os sonhos e perpetua na eternidade. O que eu quero me faz querer viver, mantém meu coração batendo, mantém meus pulmões respirando. Esperança. De alcançar o que desejo, de encontrar a felicidade quando eu menos esperar, em alguma esquina, quem sabe, esquecida pela própria vida, negligenciada pelos próprios viventes. Encontrá-la em olhos claros e sinceros, em alguém de coração e peito aberto, que não tenha medo de amar. Que não tema o destino, pelo contrário, que se aposse dele e o faça valer a pena. Eu quero descobertas. Descobrir um mundo lindo e totalmente novo, no qual nenhum dia seja igual ao outro, onde eu sinta que cada segundo é único, precioso, pois não volta jamais. Certeza. Saber que essa felicidade pode ser minha, e que eu posso tocá-la ao estender a mão. Perceber que a minha alma respira verdadeiramente, afinal. O que eu quero é muito, e ao mesmo tempo, muito pouco. É indefinido, é como o vento, que apenas se faz sentir. É liberdade, é amar de verdade, e deixar-se amar, é viver plenamente, e não apenas existir. É vontade que não passa, é inquietude que me irrequieta. É deixar viver. É fazer parte, é complemento, é partilha. Comunhão. Pra você ver. "O que eu quero, ainda não tem nome."
quarta-feira, 26 de maio de 2010
"Não há outra questão (...) não se pára de lutar!"
"Hoje muitos choram, mas não desistem de viver!"
"Não há outra questão (...) não se pára de lutar!"
Vamos seguir, sorrindo. Vamos seguir, acreditando. E por mais que doa, acredite: não há dor que dure para sempre. Por mais que esteja escuro, lembre-se que o sol nascerá de novo. Por mais que esteja difícil, procure razões para continuar.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Libertas.

Libertar-se. De tudo, de todos. Essa é a ordem, é esse o levante. Liberdade, ainda que tarde. Vamos nos libertar, dos pré-conceitos, das falsas ideologias, dos falsos moralismos, de toda e qualquer forma de opressão. Liberdade dos amores que machucam e fazem sofrer, das amizades que só se mantém por obrigação, daqueles sonhos que, ao invés de nos impulsionar, nos limitam; dos julgamentos, dos olhares que pertubam, que inquietam, das críticas que tiram a paz. Liberdade para pensamentos, liberdade para ser feliz. Liberdade para viver. Liberdade, para mim. E desejo o mesmo a você.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Fico me perguntando quantas vezes passei pelas pessoas que conheço, sem nem mesmo olhar para elas, na pressa contínua que marca nossos dias... Às vezes, aquela pessoa estava passando por alguma dificuldade, por alguma necessidade. Muitas vezes apenas um sorriso melhoraria o dia daquele meu conhecido... Uma palavra, um olhar carinhoso... Isso faz falta. Um contato sincero, acolhedor, amigo, isso cura almas. Nesses tempos de tantos afazeres, eu me pergunto: Onde guardamos nossa sensibilidade? Cadê a capacidade de se colocar no lugar dos outros, de se importar nem que seja um pouquinho com o próximo?
Será que o ser humano vale apenas pelos bens materiais que ele é capaz de produzir, será que nosso tempo só será considerado bem-gasto se o usarmos no que dizem serem tarefas "importantes"?
Às vezes eu penso que um dia eu vou morrer, às vezes mais cedo do que eu penso, às vezes mais tarde, quem sabe?, e o meu tempo não voltará. E o mais interessante é que eu não vou levar nada das coisas preciosíssimas que eu lutei tanto para conseguir; os conhecimentos que eu gastei tantas horas adquirindo não irão adiantar de nada depois que esse corpo aqui se for para sempre. A não ser que eu tenha um exame vestibular me esperando do outro lado da vida, às vezes Deus resolveu selecionar melhor os candidatos ao Reino dos Céus e esqueceu de me contar.
Com tudo isso, não desejo ser hipócrita e fazer apologia ao ócio, à falta de trabalho, ou muito menos à desvalorização do estudo. Apenas quero ratificar que, entre a Terra e o firmamento, existem coisas tão ou até mais importantes. Desejo apenas reacender a nossa essência de seres humanos, pois parece que tem muita gente esquecendo que somos homens e mulheres, de carne e osso, mentes e ideias, necessidades, afetos, amores, vidas. Não somos máquinas. Merecemos ser mais do que apenas números em relatórios. Merecemos viver, e viver plenamente.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A falta que faz.
domingo, 25 de abril de 2010
Amizade!
Tem coisa mais bonita que amizade? Eu sinceramente acredito que não. É algo que nos move, que nos guia, que nos ilumina, que nos dá forças pra continuar. É ela que enxuga as lágrimas provocadas pelo amor, é ela quem ameniza a dor nas horas difíceis, é dela que esperamos uma palavra de força, um elogio, um sorriso, ou até mesmo uma crítica.
Existem coisas que só a amizade faz, existem coisas que só a amizade pode fazer. A amizade deveria ser considerada a oitava maravilha do mundo. Nada como uma noite com os amigos, nada como ver seus sorrisos, ouvir seus risos, olhar dentro dos seus olhos, saber que ali tem gente como você, que te entende, que te conhece, que te ama. De verdade. É incrível a diferença entre andar sozinho e andar com um amigo. Não é a toa que fazemos bobagens, rimos alto, jogamos tanta conversa fora, falamos tanta coisa nada a ver, passamos horas no telefone, quando estamos junto de nossos amigos. Com eles temos confiança, vamos aonde não iríamos sozinhos, fazemos coisas que não faríamos sozinhos. Afinal, com eles a vida fica diferente. Fica como deveria ser. Sempre.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Nada como o tempo...
Quem sabe um dia a gente acorde, e veja que tudo está no lugar?
Quem sabe um dia a gente acorde, e veja que tudo sempre esteve no lugar certo, onde realmente deveria estar?
sábado, 17 de abril de 2010
Hoje.
- Hoje eu quero tratar melhor as pessoas;
- Hoje eu quero me dedicar mais ao meu trabalho;
- Hoje eu quero fazer as coisas bem-feitas;
- Hoje eu quero dar atenção a todos que precisarem de mim;
- Hoje eu quero ter tempo para tudo que for importante;
- Hoje eu quero ter tempo também para TODOS que são importantes para mim;
- Hoje eu quero dormir com a sensação de dever cumprido;
- Hoje eu quero ouvir as pessoas;
- Hoje eu quero ajudá-las no que for preciso;
- Hoje eu quero fazer alguém se sentir importante;
- Hoje eu quero lutar por aquilo em que acredito;
- Hoje eu quero não ser indiferente ao sofrimento do próximo;
- Hoje eu quero viver da melhor maneira possível;
- Hoje eu quero encontrar soluções para meus problemas;
- Hoje eu quero ser melhor do que fui ontem!
E que Deus me ajude. E que Deus nos ajude.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Em algum lugar.
- Uma criança nasce;
- Alguém morre;
- Um adolescente ama platonicamente;
- Um louco pensa loucamente;
- Uma menina ouve Taylor Swift;
- Um casal vai ao cinema;
- Uma outra menina chora de amor;
- E outra chora de fome;
- Alguém conversa no msn;
- Alguém planta flores num jardim distante;
- Alguém escreve uma poesia;
- Alguém prende a respiração;
- Alguém desiste da vida;
- Alguém aprende a vivê-la.
Mundo pequeno, não ?!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Super-heróis
Pois quero dizer que estamos todos muitíssimo enganados. Como podem não existir super-heróis?
Todos os dias, encontramos pela rua pessoas aparentemente normais, mas que são, no seu íntimo, grandes heróis, capazes de realizar as maiores façanhas.
Se não existem super-heróis, o que dizer da mulher analfabeta, mãe solteira, que sustenta sozinha seus quatro filhos, com um salário minúsculo? O que falar sobre seu cansaço, e sobre sua persistência, sobre sua força, e sua coragem?
E vão dizer que nunca notaram o menino pobre, de pés descalços, que, enfrentando a fome e o desespero, vai à escola assimilar um conhecimento distante? Nunca notaram sua garra, seu esforço, sua vontade de vencer?
E a respeito da mulher rica, belíssima, com tudo à sua disposição, que ousa enxergar além do seu próprio umbigo, que se atreve a ver a realidade, que trabalha a favor dos oprimidos? Falar o que a respeito de seu desprendimento, de sua solidariedade, de seu olhar fraterno?
O trabalhor comum, que acorda às cinco da matina, trabalha sob o sol e sob a chuva, que muitas vezes não dorme nem cinco horas por noite, que cuida da mãe doente, do filho excepcional, faz milagres com o orçamento limitado e, mesmo assim, não sonega os seus impostos? Será que não deve ser considerado um super-herói, por aguentar firme as cobranças, as preocupações do dia-a-dia, por resistir, por continuar a viver?
Por onde quer que eu olhe, eu vejo pessoas maravilhosas. Gente comum, que ri, que chora, que ama, que erra, que perdoa, que trabalha, que ajuda, que se sensibiliza, que se assume, que se importa, que se aprimora, que cai, que levanta, que vence, que perde, que vive. Que entra na dança da vida, dá uns tropeções, mas não perde o ritmo.
Diante de tudo isso, eu afirmo: acreditem em super-heróis. Porque eles existem.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Solidão
Essas pessoas podem ser tudo: mais ricas, mais inteligentes, mais importantes, mais divertidas, mais populares, etc. Mas nunca serão superiores.
Até porque, se existisse alguém superior nesse mundo, jamais seria alguém egoísta, maldoso e mesquinho, que só sabe criticar, mas nunca faz nada melhor.
Acho que a gente só deve criticar uma pessoa quando conseguir superá-la naquilo que julgamos que ela não faz bem. Aliás, se usarmos nossa inteligência, não iremos criticar ninguém. Afinal, somos todos falíveis e suscetíveis a erros. Cada um tem uma potencialidade diferente. Ninguém é igual a ninguém; portanto é insano tentar comparar uns aos outros.
Acho que cada um deveria cuidar da sua própria vida, desenvolver todo seu potencial, procurar a sua felicidade, sem tentar puxar o tapete dos outros. Vamos viver, e deixar viver.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Saudade já não sei se é a palavra certa para usar...
Parando pra pensar, a gente tem sempre saudade. De alguém, de alguma coisa. De uma época da nossa vida, de uma comida, de um cheiro, um gosto, de um sentimento, de uma vontade, de uma motivação... enfim, a gente às vezes tem saudade de tanta coisa e nem percebe! Ou tem saudades de coisas que a gente nem sabe o que são. Saudade.
Começa de um jeito manso, até gostoso de sentir. Uma pontadinha no peito quando se lembra daquilo. Aquela sensação tão boa, ficar lembrando, curtindo o que passou. Sorrindo sem motivo. Com cara de bobo. Distraído. Pensante. Depois esse sentimento vai crescendo, crescendo... toma proporções gigantescas, esmaga tudo que tem pelo caminho, causa uma dor indescritível. A gente começa a sofrer por saudade. E não é fácil não, viu. Porque muitas vezes a saudade não pode ser morta, não podemos acabar com ela, porque o objeto (sujeito?) de nossa saudade não pode ser revivido. Passado, enterrado, acabado. Sem jeito. Nem com choro. Nem com muitas lágrimas. Mas o fato é que a saudade dói muito, machuca a gente, mas vai passando... Será que é quem ela passa, ou somos nós que nos acostumamos tanto com a dor que ela causa que ficamos insensíveis a ela com o passar do tempo?
Não sei. Mas o fato é que a dor vai cedendo. A nossa alma volta a respirar. E quer saber? Tem que ser assim, mesmo. A vida continua, e estão a nossa volta um milhão de novas experiências. É só viver. E deixar viver.




